Informação sobre catapora, causas, sintomas e tratamento da catapora, identificando formas de a diagnosticar e classificar.


Vacina contra catapora (Varicela)

Indicação
A vacina contra a varicela é indicada para:
  • pessoas suscetíveis à doença e imunocompetentes que estejam em contato domiciliar ou hospitalar com pacientes imunocomprometidos;
  • pessoas suscetíveis à doença e imunocompetentes, no momento da internação em enfermaria onde haja caso de varicela;
Observação:
  • Quando da ocorrência de caso de varicela em enfermaria proceder à vacinação de bloqueio.
  • pessoas suscetíveis a doença que serão submetidas a transplante de órgãos (fígado, rins, coração, pulmão e outros órgãos sólidos), pelo menos três semanas antes do ato cirúrgico;
  • pessoas com leucemia linfocitica aguda e tumores sólidos malignos em remissão, sem radioterapia.
Observação:
  • Durante seis semanas após a administração da vacina contra a varicela evitar o uso de salicilato.
Contra-indicação
A vacina contra a varicela é contra-indicada na ocorrência de hipersensibilidade imediata (reação anafilática) após o recebimento de qualquer dose anterior, ou de história de hipersensibilidade aos componentes da vacina.
É contra-indicada, também, na vigência de gravidez e para pacientes imunocomprometidos, excetuando-se os casos referidos na indicação.

Composição
A vacina contém o vírus vivo da varicela atenuado, obtido de cultura de células diplóides humanas, contendo traço de neomicina e nutriente (sorbitol, manitol).

Apresentação
A vacina é apresentada sob a forma liofilizada, em frasco de dose única, acompanhado do respectivo diluente.

Conservação
A vacina contra a varicela, dependendo do laboratório produtor, é conservada numa temperatura entre +2ºC e +8ºC ou a - 20ºC, mesmo na instância local.

Dose e volume
O esquema básico da vacina contra a varicela corresponde:
  • a uma dose de 0,5 ml para crianças de 12 meses a 12 anos de idade;
  • duas doses de 0,5 ml para os maiores de 13 anos de idade, com intervalo de 30 a 60 dias entre uma dose e outra.
Via de administração
A vacina contra a varicela é administrada por via subcutânea.
A injeção é feita, de preferência, na região do deltóide, na face externa da parte superior do braço, ou na face ântero-lateral externa do antebraço, podendo, também, ser administrada na região do glúteo, no quadrante superior externo.

Reconstituição e administração
O vacinador, antes de administrar a vacina contra a varicela, deve:
  • lavar as mãos e organizar todo o material: seringa, agulha e outros;
  • retirar a vacina e o diluente do refrigerador ou da caixa térmica, verificando o nome da vacina, bem como o prazo de validade.
Observações:
  • O diluente, no momento da reconstituição, deve estar na mesma temperatura da vacina, ou seja, entre +2ºC e +8ºC.
  • para esfriar o diluente colocá-lo no refrigerador, pelo menos, seis horas antes da reconstituição.
  • reconstituir a vacina, da seguinte forma, aspirar o diluente, injetar o diluente vagarosamente pelas paredes do frasco, fazer um movimento rotativo com o frasco para uma perfeita homogeneização da vacina, aspirar o volume a ser administrado, verificando na graduação da seringa se a dosagem está correta;
  • preparar a pessoa a ser vacinada, colocando-a em posição segura e confortável, fazendo a limpeza do local da administração, se necessário.
O vacinador, para administrar a vacina, deve injetar o líquido lentamente.

Observação:
  • A técnica a ser utilizada para administrar a vacina contra a varicela é a da injeção subcutânea.
O vacinador, após administrar a vacina, deve:
  • desprezar a seringa e a agulha;
  • estar atento à ocorrência de eventos adversos imediatos;
Observações:
  • Podem surgir manifestações locais como dor e rubor.
  • Cerca de 7% das crianças e adultos podem apresentar exantema maculopapular ou variceliforme até 30 dias da administração da vacina.
  • O risco de zoster é mais baixo após a vacinação do que após a doença natural.
  • Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre questões específicas;
  • lavar devidamente as mãos;
  • Registrar o número do lote e a validade da vacina administrada;
  • Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre o retorno, quando for o caso, para complementar o esquema básico de vacinação.
Fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manu_proced_vac.pdf
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